03 abril 2015

Little deaths (2011)


Dirigido por: Sean Hogan,  Andrew Parkinson, Simon Rumley.
Duração: 90 minutos
Países de Origem: Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte.
Idioma: Inglês (Legendado)

Em Little Deaths não há nenhum elemento, as histórias são completamente independentes, assinados por três diretores diferentes, tendo como semelhança, um forte apelo sexual, o gosto pelo bizarro, pelo sadomasoquismo e pelo trash. 

House and Home - O primeiro filme da trilogia acompanha um casal rico que realiza sádicos jogos sexuais com garotas inocentes sem teto, prometem ajuda-la dizendo que é em nome de deus. Depois de jantarem, o casal avança para amarra-la a uma cama, até que, a garota não é assim tão inocente, aquela velha frase "o lobo em pele de cordeiro". Foi uma tentativa de choque barato, mas vendo pelo angulo vampírico / canibalismo que termina a história conclui um desfecho legal. Melhor que as outras duas até.

Mutant Tool - Nessa curta Jen é uma conturbada ex-prostituta, e Frank seu cafetão, os dois decidiram desistir da vida. Jen ainda viciado em sua linha de trabalho tem visitado Dr. Reece, quem subscreveu a ela uma droga experimental, que ele garante que irá ajuda-la. Mas o que os dois desconhecem é que se se tornariam cobaia pessoal de Reece.

Honestamente, não consegui entrar nesta história, os personagens são um tanto sem graça, e nada de especial na história. O espectador tem que prestar bastante atenção em casa cena, para não perder momentos importantes que possam despercebidos. O final é fraco, completamente previsível. O diretor afirma no Marking of que pra esta história ele tirou maior parte da ideia a partir de um roteiro que uma vez teve a intenção de ser um filme completo. Talvez, Mutant Tool se sairia melhor como um longa metragem, porque ao chegar em seu desfecho, parece que está faltando alguma coisa.

Bitch - Claire (Kate Breathwaite) e Peter (Tom Sawyer) vivem uma relação baseada em anulamento, desdém, provocações, humilhação e até mesmo amor, onde ele, em sua carência e submissão e reduzido a mero animal de estimação, em determinado momento decide dar um basta. E pra isso, usa como arma de vingança aquilo que Claire mais teme, os cachorros... Digamos que é servida de comida à eles ainda vida, o final foi melhor que a história inteira, que por sinal, um pouco entediante.

Embora diferentes, todos tem a ver com sexo e violência. O filme começou com uma nota grande, enfraquecendo no meio e se destacando no final. Vale a pena ver se curtir o gênero. 


Nenhum comentário:

Postar um comentário