12 fevereiro 2013

SERPENT NOIR (Entrevista)



Depois de ouvir "Sanguis XI", um álbum que me atraiu muito, eu sabia que tinha algumas perguntas a serem feitas para certificar do merecimento para mais pessoas também se interessar por esta banda. São poucas perguntas mas foi bom ter uma pequena base diretamente da banda... Serpent Noir é uma banda da Grécia formada em 2006 e sua sonoridade é uma incrível viagem astral dentro de si mesmo, principalmente a faixa Ritualis Draconis Part I Opening the Eye of Set  Part II Rising of the Dragonforce, como se você quebrasse o plano material em que vive, e ampliasse seus olhos e seu ego para um intento maior,  na minha humilde opinião. Mas chega de enrolação e vamos a entrevista.


Por que você deseja evocar a Serpente negra? De onde surgiu a idéia de formar Serpent Noir, que objetivo ou propósito impulsiona os indivíduos por trás da banda?

Bem, A serpente negra (Serpent Noir) representa a sombra ou o escuro lado do poder da serpente. Quando obtém um êxito ao invocar o Dragon force (ou o poder da serpente), sua sombra também é invocada para fora. No entanto, para se tornar verdadeiramente consciente
do ato de invocar a energia da sombra da serpente corresponde a maiores mistérios iniciáticos. A idéia de formar a Serpent Noir estava em minha mente há muitos anos atrás, um projeto de música nasceu da minha necessidade para abrir um caminho desta força insanamente criativa conhecida como o Dragão.

Suas letras parecem centrar-se no caminho da Qliphotic. Oque que ficou interessado neste assunto e por que você acredita que fala com você mais do que outros caminhos ocultos?

A Cabala Qliphótica é o sistema fundamental de iniciação da corrente draconiana e conduz o verdadeiro iniciado para a matéria primordial; para o início e a parte central da existência. Ao ter acesso à matéria primordial da existência,somos capazes de recriar a nós mesmos de acordo com nossa verdadeira vontade. Percorrendo este caminho nós entramos na verdadeira escuridão e vem para nós o terror e o mal extremo (referindo-se ao mal metafísico, que não tem nada a ver com a maldade humana e atividades criminosas) mas, entre outras coisas, ele é o mais bonito, fascinante e poderoso caminho mágico.

São os membros dos membros da Serpent Noir de todas as ordens mágicas que focalizam sobre este assunto? Você acredita que a corrente draconiana é um caminho que você deve seguir por conta própria ou que, com a interação com outros poderia gerar mais progresso?

Claro. Eu e Mika (a.k.a Belfagor). Bem, além de quaisquer objetivos ou propósitos iniciáticos, o trabalho mágico individual devem ser entrelaçados com o trabalho mágico em equipe para trazer o máximo de resultados eficaz possíveis.Assim, terá a sua resposta! Na minha opinião isso vale para todas as tradições mágicas importantes e sérias.

Serpent Noir  é uma conspiração internacional oculta. Com dois terços da banda na Grécia e um terço na Suécia estou curioso para saber como essa colaboração surgiu. Como você entrou em contato com Belfagor e Nefandus de Ofermod?

Estabelecemos contato porque Sanguis XI estava prestes a ser lançado pelo selo Mika’s label Left Light Emanations  (algo que acabou por não acontecer). Naquela época nós estávamos prestes a começar a gravar o nosso full length e Jim (nosso baterista durante a gravação S XI) decidiu parar de tocar o tipo de bateria que se aplica a uma banda de som extremo.Lembro-me de estar muito estressado na época, porque não conseguimos encontrar um baterista com a vibração apropriada em sua música.Não tendo nada a perder e tendo em conta que Mika gosta muito do Serpent Noir eu perguntei-lhe e ele aceitou com entusiasmo. Não é preciso dizer que ele fez um trabalho fantástico.A dinâmica Draconiana é o potencial da banda, e o inferno nos impulsionou!


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